quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Como resolver problemas com o gravador de DVD que não funciona

As unidades ópticas (gravador de DVD e CD) de desktops geralmente não apresentam dificuldade de serem reconhecidas pelo sistema operacional. Entretanto, como são vários fabricantes e muitos modelos, pode haver algum problema de incompatibilidade, principalmente quando migramos de sistema operacional.

O problema está relacionado aos drivers, pequenos softwares que indicam ao Windows (ou outro sistema operacional) que existe um componente instalado no PC e como lidar com ele adequadamente. É ele que permite ao sistema identificar e gerenciar uma unidade de disco, por exemplo.


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Pode acontecer de, no upgrade de sistema operacional, a unidade ser reconhecida, mas há casos em que não se consegue gravar CDs ou DVDs ou até mesmo os dois.


Solução
Primeiro, vamos identificar o seu modelo de unidade óptica. Para isso, siga esses passos.


Clique em Iniciar, localize no menu a opção Computador e clique nela com o botão direito do mouse.


No menu que sugir escolha Propriedades. Na janela seguinte, clique em Gerenciador de dispositivos. Você verá a tela abaixo, na qual está listada, no item marcado em vermelho, unidades de DVD/CD-ROM.


tela_hardware_1.jpg


Dê dois cliques sobre esse item e o nome da unidade será exibida. Anote exatamente o que está escrito, pois aí está o fabricante e modelo da sua unidade óptica.


Agora, basta fazer uma busca no Google utilizando essa informação como critério de busca. Localize, no site do fabricante (em geral há uma área específica para drivers) e faça do download do drive específico para o hardware em questão.


Na tela do gerenciador de dispositivos, dê duas cliques no modelo do driver e a tela seguinte será exibida.


tela_driver.jpg

Clique no botão Atualizar driver. Na tela seguinte, faça a busca manual e escolha o caminho onde salvou o driver que baixou do site do fabricante. Em nosso teste, ele foi salvo na área de trabalho. O sistema operacional irá atualizar o driver.


Reinicie a máquina e faça o teste de gravação. Caso ainda não obtenha sucesso, é provável que o drive esteja incorreto ou que seja necessário uma versão mais recente dele.


Fonte: PC World

Nanotubos de carbono são produzidos em grandes dimensões

Cientistas da Universidade Rice, nos Estados Unidos, desenvolveram uma técnica que permite a fabricação de nanotubos de carbono de vários centímetros de comprimento, com potencial para produzi-los em dimensões ainda maiores.

Cada um dos nanotubos tem a espessura de alguns nanômetros, equivalente ao diâmetro de poucos átomos, mas eles são tão fortes que foram tidos como candidatos ideais para a construção de um elevador espacial, uma gigantesca estrutura que se estenderia da superfície até a órbita terrestre, aposentando de vez os foguetes.

Restrições ao uso dos nanotubos

Apesar do entusiasmo inicial com as propriedades mecânicas dos nanotubos - suas propriedades eletrônicas vêm sendo exploradas à exaustão - logo se viu que não seria possível construir um cabo em macroescala que herdasse sua resistência individual.

Isto porque os nanotubos de carbono são pequenos demais, e um eventual cabo teria sua resistência limitada às forças de van der Walls, as mesmas que mantêm as fibras de algodão unidas em uma linha de costura. A menos que se conseguisse fabricar nanotubos de carbono do tamanho do cabo que se deseja construir.

A pesquisa da equipe do Dr. Bob Hauge ainda não chegou lá, mas é um passo importante. Eles demonstraram a possibilidade de fabricação de nanotubos de carbono de parede única, em conjuntos de milhões, e com comprimentos de vários centímetros, o que os torna visíveis a olho nu - cada nanotubo individual não é mais largo do que uma molécula de DNA.

Possibilidades revolucionárias

Segundo o Dr. Hauge, o processo poderá eventualmente permitir a fabricação de nanotubos de tamanhos ilimitados, o que de fato abriria caminho para sua utilização em larga escala em aplicações estruturais.

Antes da ainda muito ficcional construção do elevador espacial, cabos de nanotubos de carbono de grandes dimensões revolucionariam o setor de transmissão de eletricidade. Como eles são condutores de eletricidade excepcionais, a energia produzida nas usinas poderia ser levada até as cidades e as casas em cabos finos, leves e extremamente eficientes, virtualmente eliminando a perda de energia que ocorre hoje nos linhões de alta tensão.

Outras possibilidades de uso seriam na substituição das atuais fibras de carbono, em materiais aeroespaciais, baterias, células a combustível e microeletrônica, além de todas as aplicações estruturais, substituindo cabos de aço e materiais estruturais.

Flocos voadores

O processo de fabricação dos nanotubos longos começa com flocos de ferro e óxido de alumínio, que funcionam como catalisadores.

Colocados em um forno com vapor químico de hidrogênio e acetileno, esses flocos começam a "voar" no meio do vapor. Conforme se elevam, os nanotubos de carbono começam a crescer verticalmente a partir das partículas de ferro, criando uma verdadeira floresta de nanotubos.

Ao substituir por carbono puro o material onde os flocos de ferro e óxido de alumínio são colocados, os pesquisadores verificaram que os nanotubos crescem levantando os flocos metálicos, enquanto permanecem firmemente ligados na base de carbono.

A estrutura resultante lembra uma água-viva, mas os pesquisadores batizaram seus aglomerados de nanotubos de odako, um tipo gigante de pipa japonesa que possui inúmeras cordas e exige várias pessoas para soltá-la.

Nanotubos de dimensões ilimitadas

Enquanto as técnicas atuais para o crescimento de nanotubos de carbono a partir de substratos apresentam um rendimento de apenas 0,5% na relação entre a espessura do substrato e o comprimento do nanotubo resultante, a nova técnica atinge uma relação de 400%.

"Se nós pudermos manter o crescimento vertical desses nanotubos, de forma que ele nunca pare, então, em algum ponto, você poderá tirar uma ponta para o lado de fora do forno e o nanotubo continuará crescendo lá dentro. Então você poderá produzir nanotubos de carbono em metros e começar a tecê-los," diz Hauge.

Válvula magnética funciona sem energia e facilita manutenção

Cientistas dinamarqueses criaram uma válvula capaz de fechar ou desviar fluidos no interior de encanamentos sem consumir energia.

A grande vantagem da nova válvula, segundo os pesquisadores até maior do que o não-consumo de energia, é a possibilidade de sua regulagem sem a necessidade de abertura dos circuitos, facilitando a manutenção e evitando a parada das linhas de produção.

Materiais magnetocalóricos

A válvula nasceu das pesquisas feitas com refrigeração magnética, uma tecnologia que substitui os compressores das geladeiras atuais por materiais chamados magnetocalóricos, que se aquecem quando expostos a um campo magnético. Depois que eles irradiam esse calor, resfriando-se, o campo magnético é removido e sua temperatura cai novamente, só que, desta vez, dramaticamente.

Este efeito pode ser usado em um ciclo de refrigeração clássico e os cientistas já conseguiram alcançar temperaturas próximas do zero absoluto utilizando esta tecnologia - veja Depois de 130 anos, geladeiras poderão ter avanço tecnológico.

Válvula magnética

Christian Bahl e seus colegas da Universidade Riso aproveitaram esse mecanismo para criar uma válvula magnética que funciona sem consumir eletricidade e sem requerer força mecânica externa.

O funcionamento da nova válvula se baseia em um líquido fluindo sobre um material com uma temperatura Curie conhecida - a temperatura na qual o material passa de magnético para não-magnético.

Quando a temperatura do líquido cai abaixo de sua temperatura Curie, ele é atraído por um ímã localizado no lado de fora da válvula, abrindo a passagem para o fluido. Se a temperatura sobe novamente, o material perde o magnetismo, anulando a atração do ímã externo e uma mola é suficiente para fazê-lo voltar à sua posição original e fechar novamente a válvula.

Válvulas de cerâmica

Construindo a válvula com diversos materiais, cada um com sua própria temperatura Curie, os pesquisadores conseguiram construir válvulas que operam de forma diferente a diferentes temperaturas. O resultado é uma espécie de válvula termostática de estado sólido.

Existem válvulas com princípio de funcionamento similar no mercado, mas todas utilizam eletroímãs e, portanto, exigem energia externa para funcionar.

Os protótipos funcionam em temperaturas entre 10 e 40 graus Celsius, mas os pesquisadores afirmam que o princípio poderá ser utilizado para produzir válvulas que funcionem com temperaturas desde centenas de graus até a temperatura do nitrogênio líquido, já que existem materiais com temperaturas Curie variando ao longo de todo esse intervalo.

Como são feitas totalmente em cerâmica, as novas válvulas não sofrerão corrosão e não se oxidarão quando forem postas em contato com produtos oxidantes ou corrosivos.

Vírus H1N1 da gripe A não apresenta mutação em laboratório

Experimentos feitos em laboratório sugerem que o vírus H1N1, causador da gripe A, poderá não sofrer mutação neste ano. Esta é a maior preocupação das autoridades de saúde do mundo todo, já que uma mutação poderia tornar o microorganismo ainda mais virulento e eventualmente imune aos medicamentos.

Este é o primeiro estudo que analisa como o vírus da gripe A interage com outros vírus da gripe sazonal.

O maior risco de mutação dos vírus ocorre quando um vírus infecta um hospedeiro que já está infectado com um outro vírus. Eventualmente os dois interagem e dão origem a uma nova cepa de vírus, que pode ser mais agressiva.

Vírus H1N1 versus vírus sazonal

Depois de contaminar cobaias com três vírus diferentes, os pesquisadores não verificaram nenhuma evidência de que a variedade do H1N1 que está causando a atual epidemia de gripe A venha a combinar-se com outras cepas de vírus para formar um "superorganismo" mais virulento.

Em vez disso, o vírus da gripe A superou a concorrência dos outros vírus, prevalecendo sobre eles, reproduzindo-se a uma taxa duas vezes maior.

"Eu não estou surpreso em descobrir que o vírus pandêmico é mais infeccioso, simplesmente porque ele é novo, de forma que os hospedeiros ainda não tiveram a chance de criar imunidade. Enquanto isso, as cepas mais antigas encontram resistência na imunidade já presente nos hospedeiros," explica o Dr. Daniel Perez, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos.

Gripe e problemas intestinais

Alguns dos animais infectados tanto com o novo vírus quanto com uma das cepas de vírus da gripe sazonal desenvolveram não apenas problemas respiratórios, mas também problemas intestinais.

O Dr. Perez e sua equipe afirmaram que isso torna necessário a realização de novas pesquisas para verificar se esse tipo de coinfecção e o surgimento de sintomas múltiplos podem ser responsáveis por algumas das mortes atribuídas ao novo vírus.

Outra descoberta importante da pesquisa confirma que o vírus H1N1 da gripe A causou infecções mais profundas no sistema respiratório, enquanto os vírus H1 e H3, das gripes sazonais, permaneceram nas vias nasais.

Os resultados da pesquisa serão publicados no periódico científico PLOS Currents.

Descoberto gene responsável pelo envelhecimento precoce da pele

Um grupo internacional de cientistas descobriu uma série de alterações genéticas que poderão permitir a criação de novos tratamentos contra o envelhecimento da pele e novas formas de evitar o surgimento precoce de rugas.

Os pesquisadores descobriram que mutações no gene PYCR1 são responsáveis por uma condição genética rara que resulta no envelhecimento precoce da pele, conhecida vulgarmente como "síndrome da pele enrugada."

A descoberta sugere não apenas que o aumento nos níveis da proteína PYCR1 pode reverter as condições que causam o enrugamento precoce da pele, como também fornece evidências sobre como alguns genes possuem um papel importante na manutenção de uma pele mais jovial.

Reversão dos sinais de envelhecimento

A pesquisa, que acaba de ser publicada na revista Nature Genetics, envolveu a colaboração de 15 hospitais e centros de pesquisas localizados em 13 países.

Utilizando ferramentas de bioinformática, a equipe coordenada pelo Dr. Bruno Reversade, de Cingapura, analisou amostras de DNA coletadas de pessoas do mundo inteiro que apresentaram sinais precoces de envelhecimento da pele.

Os pesquisadores descobriram que o gene PYCR1 no cromossomo 17 desses pacientes apresentava um "defeito". Mutações específicas nesse gene ocasionam condições frequentemente observadas em pessoas idosas, como pele frágil, perda de densidade óssea e catarata.

A pele e os ossos são também os dois tecidos mais fortemente afetados nas pessoas com síndrome da pele enrugada. Como tanto a pele quanto os ossos, em condições normais, possuem elevados níveis da proteína PYCR1, terapias que elevem a atividade da proteína poderão possivelmente reverter o processo de envelhecimento nos indivíduos afetados com a síndrome e retardar o processo nos indivíduos normais.

Prolina

A proteína PYCR1 é localizada na mitocôndria, uma espécie de usina geradora de energia das células, fornecendo a energia necessária para que as células funcionem.

"Nossas descobertas confirmam a importância da função da mitocôndria no processo de envelhecimento," explica o Dr. Reversade. "Inesperadamente, nós verificamos que o metabolismo da PYCR1 é importante na síntese da prolina, um aminoácido envolvido no metabolismo. Tratamentos antirrugas e antienvelhecimento para problemas comuns relacionados com a idade poderão se beneficiar também com a sustentação do metabolismo da prolina."

Vírus em Macintosh ?

Há vírus para Mac OS X. O mais comum é conhecido como “RSPlug”. Ele tem como objetivo alterar a configuração da sua rede, de tal maneira que os criminosos tenham o controle dos sites que você visita. Geralmente eles redirecionam páginas para exibir peças publicitárias diferentes das originais, e assim ganhando dinheiro de forma fácil.

Esse vírus se espalha junto com suas versões para Windows, e é normalmente distribuído por sites que oferecem “codecs” – programas para visualizar vídeo e áudio. O site normalmente diz que seu computador não contém o software para ver o vídeo e, em seguida, sugere o download do “codec” que, na verdade, é o vírus.

Outros vírus para Mac OS X, como o “iService”, se disseminam junto de softwares piratas.

A versão mais nova do Mac OS X 10.6, Snow Leopard, traz um recurso antivírus. Ele é rudimentar, mas protege justamente contra essas duas pragas. Um antivírus mais completo, e ainda gratuito, é o ClamXav. Ele é baseado no ClamAV, um antivírus muito utilizado no Linux, principalmente em servidores de e-mail cujos usuários fazem uso do Windows.

Foto: Reprodução