Pesquisadores realizaram um estudo com 24 pessoas com funções neurológicas estáveis, sendo que metade tinha experiência com a internet e metade não. Os voluntários foram submetidos a leituras e buscas.
Quando levados a realizar pesquisas na internet, foi ativado um novo circuito neurológico, não ativado pelas leituras, no grupo que já tinha experiência com internet.
Quem tinha histórico de uso da web teve o dobro de aumento das atividades cerebrais ao realizar buscas online, em comparação com as pessoas sem experiência.
Na ressonância magnética, os cientistas chamam a menor atividade cerebral registrada de ‘voxel’. Os pesquisadores descobriram que durante uma busca, os usuários com mais experiência ativaram 21.782 voxels, enquanto os não-familiarizados com a web ativaram 8.646 voxels.
Segundo os cientistas, os cérebros de quem não navega reagem menos ao processo de busca porque as pessoas não conhecem as estratégias para obter sucesso na nova atividade.
Por outro lado, as decisões a serem tomadas ativam circuitos cognitivos importantes no cérebro, diz o estudo, mostrando que o cérebro continua a aprender mesmo no envelhecimento.
Fonte: IDG Now!
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