"O Power.com é uma camada em cima de todas as redes sociais", define Steve Vachani, CEO e fundador do serviço.
Autenticado, o usuário navega em uma interface mista em que contatos dos diferentes sites aparecem integrados, com a possibilidade de editar informações das redes ou receber mensagens ou chamadas de comunicadores como o Windows Live Messenger.
Único estrangeiro de uma equipe com cerca de 70 funcionários divididos em escritórios no Rio de Janeiro e em Salvador, Vachani detalha que a criação do Power.com é uma maneira de tentar integrar a overdose de contas em serviços sociais, e não acrescentar mais um rival ao setor.
"O primeiro ponto (para monetizar) é que o serviço é muito viral e está crescendo muito rápido. Daqui a um ano, queremos ter 30 milhões de usuários (atualmente, são 5 milhões) em todo o mundo. Como o custo de divulgação é zero, então o dinheiro ganho com publicidade é nosso lucro", explica Vachani sobre o modelo de negócio.
Outro modelo pretendido pela companhia é o licenciamento de APIs próprias usadas no serviço para que webmasters integrem em seus próprios sites.
O Power.com recebeu investimentos na ordem de 8 milhões de dólares, tanto da consultoria Draper Fisher Jurvetson, responsável por serviços como Skype e Hotmail, como de investidores privados. Com o número, o Power.com se torna, de longe, o serviço online com maior investimento recente no Brasil.
Atualmente, o serviço suporta os serviços Facebook, MySpace, Hi5, MSN Messenger, Orkut e YouTube e promete, "em um futuro próximo", funcionar com LinkedIn, Twitter, Flickr, Hotmail, Yahoo, Gmail e Skype.
Fonte: IDG Now!
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